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segunda-feira, 4 de maio de 2015

No topo do mundo


Sentir o vento gelado no rosto, a liberdade temporária, só você e o mundo.
Foi o que senti em uma das recentes viagens em família.
No meio do caminho, entre alguma cidade no meio do nada e outra em lugar nenhum, meu pai resolveu subir um morro.
E lá fomos.
Subimos, subimos, subimos -de carro é claro-,  depois do quarto "subimos", já abrimos as janelas e eu e meu irmão colocamos nossos braços para fora, voando.

Depois de morrer de fofura ao passar por algumas vacas e bezerrinhos, chegamos. No local onde você se sente impressionantemente dispensável. Os carros minúsculos lá em baixo, minúsculos mesmo, correndo na velocidade da luz. E então o momento de abrir os braços e abraçar a corrente de ar que passava por lá.
Como são maravilhosos esses momentos da vida, em que estamos perto de quem gostamos e do que gostamos.
Na volta é claro, um pouco mais de fofura com as vaquinhas, e mais braços voando pela janela.


Até mais,
Aline

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